sexta-feira, 8 de abril de 2011

Capacitação na Cidade!!!!!!!!!!!

        Em breve estará em Canguaretama a caravana do SEBRAE promovendo diversos cursos de capacitação profissional!!!

2 comentários:

  1. Francisco Galvão disse...
    Foram 12 as vítimas do massacre do Rio de Janeiro. Um atirador "maluco" invadiu a escola matou os 12 alunos.

    Em Canguaretama aconteceu em 2008. Muita gente ainda lembra quando um jovem com transtornos mentais (Preservo o seu nome para evitar problemas) entrou na extinta Escola Estadual Juarez Rabelo e agrediu violentamente um aluno dentro de uma das salas.
    O aluno foi socorrido às pressas e levado para o hospital com ferimentos generalizados no rosto. O Jovem transtornado ainda chegou a agredir o diretor da escola com socos e pontapés.

    Tudo isso pode acontecer novamente, pois as escolas estão sem vigias, sem porteiros, sem seguranças. Pais, Professores e alunos se sentem impotentes diante do perigo que passam, sabendo que por tras de qualquer estranho que entra na escola há um perigo escondido.

    O que fazer?
    8 de abril de 2011 17:23

    Francisco Galvão disse...
    O Batatão é uma das assombrações mais conhecidas, mas não é uma tradição exclusiva do município. É muito comum encontrar essa mesma narrativa em todas as regiões do Brasil.Em outros lugares também pode ser chamado de Boitatá, Baitatá, Bitatá, Fogo-fátuo, Fogo Corredor e até mesmo de Fogo da Comadre com o do Compadre.
    Trata-se de uma bola de fogo que afugenta as pessoas, perseguindo os desavisados durante a noite ou simplesmente vagando errante com sua luz brilhante.
    O Batatão aparece nas matas e nos manguezais, especialmente nos lugares mais úmidos, e quem vê sua luz na noite pode ficar cego ou enlouquecer. Muitas pessoas afirmam que o fenômeno é apenas uma alma penada, pagando seus pecados, como ocorre em Portugal e é chamado de alminhas.
    Quando o Batatão é visto em dobro, vagando ou girando pelos ares, é chamado de o Fogo da Comadre com o do Compadre. Esse fenômeno é reconhecidamente de beleza impar, mesmo sendo absolutamente estranho em sua cor rubra e esmeralda extremamente brilhante.
    A denominação é geralmente confundida com batata grande pelos que não conhecem a narrativa. A palavra Batatão é de origem tupi, a partir da expressão mbaê-tata, que significa coisa de fogo, ou mboa-tata, que significa cobra de fogo.
    O padre José de Anchieta, ainda no século 16, descreveu esse fenômeno com o nome de mbaê-tatá. Dizia ser assombração em forma de um facho de luz que aparecia junto ao mar e aos rios, e que era bastante temida pelos índios (CASCUDO, p. 130, 2000).
    Entre as muitas lendas indígenas, existe a de um monstro em forma de cobra que sobreviveu a um grande dilúvio enterrado em um buraco. Esse monstro chama-se Boitatá e mora nas profundezas dos rios, onde acostumou-se a enxergar no escuro e, por isto, seus olhos cresceram. Durante o dia ele é quase cego, mas durante a noite vê quase tudo e sai para se alimentar de restos de animais.
    Há quem diga que são dos olhos dos animais de que ele se alimenta a fonte de sua luminosidade. Entretanto, nem sempre o Batatão é visto como mau, pois se torna uma espécie de protetor das matas contra os estranhos e incendiários.
    Diversas culturas no mundo tentaram explicar o fenômeno dessas bolas de fogo criando mitos e lendas. O mesmo Batatão aparece também em outros países como a França, Alemanha, Portugal e Inglaterra, onde recebe outros nomes como lanterna, alminhas e farol.

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  2. Francisco Galvão disse...
    O Batatão é uma das assombrações mais conhecidas, mas não é uma tradição exclusiva do município. É muito comum encontrar essa mesma narrativa em todas as regiões do Brasil.Em outros lugares também pode ser chamado de Boitatá, Baitatá, Bitatá, Fogo-fátuo, Fogo Corredor e até mesmo de Fogo da Comadre com o do Compadre.
    Trata-se de uma bola de fogo que afugenta as pessoas, perseguindo os desavisados durante a noite ou simplesmente vagando errante com sua luz brilhante.
    O Batatão aparece nas matas e nos manguezais, especialmente nos lugares mais úmidos, e quem vê sua luz na noite pode ficar cego ou enlouquecer. Muitas pessoas afirmam que o fenômeno é apenas uma alma penada, pagando seus pecados, como ocorre em Portugal e é chamado de alminhas.
    Quando o Batatão é visto em dobro, vagando ou girando pelos ares, é chamado de o Fogo da Comadre com o do Compadre. Esse fenômeno é reconhecidamente de beleza impar, mesmo sendo absolutamente estranho em sua cor rubra e esmeralda extremamente brilhante.
    A denominação é geralmente confundida com batata grande pelos que não conhecem a narrativa. A palavra Batatão é de origem tupi, a partir da expressão mbaê-tata, que significa coisa de fogo, ou mboa-tata, que significa cobra de fogo.
    O padre José de Anchieta, ainda no século 16, descreveu esse fenômeno com o nome de mbaê-tatá. Dizia ser assombração em forma de um facho de luz que aparecia junto ao mar e aos rios, e que era bastante temida pelos índios (CASCUDO, p. 130, 2000).
    Entre as muitas lendas indígenas, existe a de um monstro em forma de cobra que sobreviveu a um grande dilúvio enterrado em um buraco. Esse monstro chama-se Boitatá e mora nas profundezas dos rios, onde acostumou-se a enxergar no escuro e, por isto, seus olhos cresceram. Durante o dia ele é quase cego, mas durante a noite vê quase tudo e sai para se alimentar de restos de animais.
    Há quem diga que são dos olhos dos animais de que ele se alimenta a fonte de sua luminosidade. Entretanto, nem sempre o Batatão é visto como mau, pois se torna uma espécie de protetor das matas contra os estranhos e incendiários.
    Diversas culturas no mundo tentaram explicar o fenômeno dessas bolas de fogo criando mitos e lendas. O mesmo Batatão aparece também em outros países como a França, Alemanha, Portugal e Inglaterra, onde recebe outros nomes como lanterna, alminhas e farol.

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