quarta-feira, 7 de setembro de 2011

ÀS MARGENS PLÁCIDAS: A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL


Mais um sete de setembro
Não com os mesmos ideais
Dos nossos inconfidentes
Que os tempos não trazem mais
Hoje: nossa pátria vive
Momentos de carnavais.

A liberdade nasceu
Para a gloria de todo ser
Os HOMENS se transformaram
Fazendo a muitos sofrer
Morre o igualitarismo
Muitos vivem sem entender.

Nossa Terra, nossa gente
De um passado varonil
É destaque mundial
Deste lindo e rico Brasil
As margens do oceano atlântico
Com um povo muito gentil.

Neste sete de setembro
Vamos todos renovar
O ideal de justiça
Para tudo melhorar
A nação com pesadelo
Muitos vivem a reclamar.

Com os nossos inconfidentes
Quero me congratular
Por defender seus ideais
E lutaram pra libertar
Um Brasil tão brilhante
Que tem muito a nos ofertar.


Glorifiquem a liberdade
Não se cansem de cultivar
A vida só tem sentido
Quando ela sabemos usar
É uma riqueza natural
Para a vida transformar.


Lindos campos, muitas flores
Um perfume sem ígual
Muitos foram mortos
Pela causa social
Enterraram a matéria
Mas não mataram o ideal.

Destacaram Tiradentes
Pela sua forte bravura
No meio dos comparsas
Mostrou-se ser criatura
Pensando num belo futuro
Sem nenhuma escravatura.

Nasce a democracia
Soberania popular
A nação está perdida
Tentando à encontrar
Deve estar tão distante
Que muitos não podem alcançar.

O tempo e a história
Esses não podem passar
Busque conhecimentos
Indo à escola pra estudar
Para quando você crescer
Ninguém possa te enganar.

Brava gente brasileira
Longe vá temos servil
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil,
José Joaquim da silva Xavier
Mataram: em vinte e um de abril. (1792)

Obrigado à todos
Pela vossa contribuição
Por causa das suas lutas
Hoje temos uma nação
Linda e soberana
Orgulho do cidadão;


Prof. Tamires Macêna



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