quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Escritor de Canguaretama se destaca ao ocupar uma cadeira na Academia norte-rio-grandense de literatura de cordel


No dia 19 de dezembro de 2011 o cordel teve uma noite especial. Na sede da Academia de letras do Rio Grande do Norte, foi lançada a Academia de Literatura de Cordel Norte-rio-grandense. O anfitrião dos cordelistas foi o escritor e poeta Diógenes da Cunha Lima, que fez o discurso de abertura.

Quarenta cordelistas de todo estado foram empossados e imortalizados. No quadro, o poeta José Saldanha, falecido este ano, homenageado como patrono da cadeira de numero um. Ocupada pelo neto dele, o também poeta Thomas Saldanha.

Entre os homenageados, Manoel Justino de Araújo. O cordelista de 96 anos é considerado o mais velho do estado e agora ocupa a cadeira de numero 22. emocionado, ele diz que não esperava tal reconhecimento.

A nova geração também esteve presente. O Canguaretamense, Prof. Tamires Macêna, 43 anos, é um dos imortais da academia. Para ele, esta é mais uma maneira de manter o cordel cada vez mais vivo, entre as diversas gerações. Tamires Macêna nasceu em Canguaretama/RN, na Rua do Quadro, onde hoje situa a Praça Major Pinheiro. Filho de Maria de Lourdes Macêna Silva e Ismael da Silva. Professor de história, licenciado pela UnP e amante da cultura popular, coco de roda, fandango e etc, foi presenteado por Deus com o dom de escrever versos populares e nos últimos anos vem sendo espelho em toda região agreste, como cordelista respeitado e admirado por seus alunos e conterrâneos. Tamires sempre manteve vínculo com Canguaretama, cidade onde está presente toda a sua origem familiar. 

Um comentário:

  1. PARABÉNS AO PROFESSOR TAMIRES, DO QUAL FUI ALUNO, E HOJE SOU ADVOGADO, MILITANDO EM OUTRAS COMARCAS.
    UM ABRAÇO AO NOBRE PROFESSOR.

    ResponderExcluir

Todo o conteúdo postado em forma de comentário é de total responsabilidade do autor do mesmo!
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
...
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;