sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

MPF acusa João Maia de crime contra ordem financeira

Uma investigação que tramita no Supremo Tribunal Federal apura crime contra o sistema financeiro e que supostamente teria sido cometido pelo deputado federal João Maia (PR) de junho de 2005 a 2008, período em que ele integrou o Conselho de Administração da Agência de Fomento do Rio Grande do Norte S.A., a AGN.

O caso veio à tona apenas recentemente e em virtude de depoimento da ex-governadora Wilma de Faria (PSB) na sede da Polícia Federal na final da tarde de ontem. A líder do PSB não comentou o caso, limitando-se a informar via Twitter que as irregularidades teriam sido realizadas, inclusive, sem o conhecimento da diretoria da AGN.

A acusação é sustentada pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel. O caso está sendo relatado pelo ministro Celso de Mello, do STF, que em despacho resume o caso.

As irregularidades foram identificadas em face de auditoria do Banco Central do Brasil, que descobriu o uso inadequado de recursos da AGN. No total, foral utilizados R$ 2.931.938,82 das chamadas Letras Financeiras do Tesouro (LFT's) e R$ 3.368.573,05 dos Certificados de Depósito Bancário (CDB's). Os valores foram convertidos em aplicações para financiar empréstimos.

O ilícito teria sido cometido aí. As aplicação foram injetadas no Fundo de Desenvolvimento Comercial e Industrial - FDCI, no âmbito do qual foram instituídos dois programas (Profise e Refise) destinados a conceder empréstimos com juros favorecidos a servidores públicos do Estado.
Extraído do Portal Nominuto

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