quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Objeto estranho e que figurou como ÁRVORE NATALINA no Centro de Canguaretama/RN ainda permanece no mesco local já passados 40 dias após o Natal!!!


Diferentemente de outras épocas, os ornamentos natalinos empregados pela administração pública da cidade Canguaretama/RN muito deixaram à desejar. No centro da Praça Augusto Severo (no coração da cidade), a conhecida Praça da Matriz, assim chamada por sua localização frontal à Igreja Nossa Senhora da Conceição, teve em seu monumento central (sobre a fonte), a edificação de uma figura de aparência estranha, curvas mal feitas, desconexa ao espírito natalino e com ausência de uma estrela em seu ápice, exposta à apreciação popular. 


40 dias já se passaram desde o último Natal (2011), e o que nos chama a atenção além da grotesca aparência da "Árvore Natalina da cidade de Canguaretama, é a sensação de que nossos governantes a esqueceram no local onde foi fixada. Este lapso por parte de nossos representantes abre espaço para interrogações do tipo: 
Se há evidente descuido e desatenção em relação a um objeto de mais de 5 metros de altura erguido no centro de Canguaretama e a poucos metros da sede do governo municipal, então o que podemos esperar em relação a forma como vem sendo cuidada nossa cidade?
Se um simples detalhe está tão difícil para ser resolvido,  com que urgência estarão sendo tratados nossos graves problemas estruturais e sociais?
O Canguaretama em Chamas em nome de todas as crianças que antes costumavam se divertir e aproveitar o espaço central (em cima da fonte); em nome dos casais enamorados que adoravam apreciar a vista do centro da cidade aconchegados sobre a fonte; em nome dos turistas que em passagem pela cidade desciam à praça para guardarem suas lembranças em fotografias do alto da fonte e, finalmente, em nome de todos os canguaretamenses que assim como nós se sentem incomodados e acanhados por ter que conviver com um objeto grosseiro no coração de nossa cidade, pedimos gentilmente às autoridades competentes e responsáveis que removam aquela "Árvore Natalina" o mais breve possível da Praça Augusto Severo, no centro de Canguaretama/RN.

Um comentário:

  1. Servidor AS DROGAS DEVASTANDO FAMÍLIAS E VIDAS
    O uso de droga é um problema de grandes dimensões em todo o mundo.
    Atingem jovens e adultos, destruindo vidas e desestabilizando famílias e a sociedade.
    O termo droga é popularmente limitado ás drogas ilícitas, mas não podemos esquecer de que o álcool e o cigarro, apesar de vendidos livremente, na maior parte dos países, causam vicio de difícil reversão.
    O assunto hoje ganha visibilidade devido ao grande contingente de usuários e ao grave problema da violência que acompanha o comércio ilícito.
    É muito comum o discurso de que o usuário de qualquer droga é uma vitima, cuja vontade foi totalmente destruída pela necessidade da substância química.
    Ora esta afirmação compara o ser humano a um animal desprovido de raciocínio, de vontade e de autocontrole.
    Não esqueçamos de que, antes de ser viciado, decidiu experimentar.
    Depois decidiu repetir a experiência por ter gostado das sensações, do nesse momento, fez uma opção consciente.
    Habitualmente o vício principia em idade jovem.
    Quase sempre, na qualidade de país, costumamos negar a realidade, talvez por comodismo, talvez por medo das atitudes a tomar para coibir a continuidade do problema.
    Com o tempo, quando grandes somas de dinheiro são consumidas, ou quando ocorre violência doméstica, é comum venhamos a nos sentir vítimas.
    Muitos nos perguntamos a razão da queda de nosso filhos e não e não descobrimos a causa no seio familiar.
    No entanto, uma análise profunda do comportamento dos familiares pode revelar causas raramente admitidas.
    Como nos comportamos perante as leis.
    Será que respeitamos, sem exceções, as leis do nosso país ou será que desrespeitamos algumas delas com freqüência, convivendo naturalmente com ilicitudes.
    Como nos comportamos perante a violência.
    Somos coniventes com pequenos atos de violência física ou verbal que ocorrem no ambiente familiar, ou de convívio social.
    Como nos comportamos diante de vícios morais como a inveja, a ambição, a corrupção.
    Tentamos livrar-nos de tais hábitos ou entregamo-nos a eles sem lutar por melhora.
    Como nos comportamos diante de vícios aceitáveis socialmente como o tabagismo e o uso de álcool.
    Filhos que nos vêem fazer uso de álcool ou de cigarro, com a maior naturalidade, não vislumbram problema algum em usá-los, mesmo antes da maioridade, encarando a dependência química como algo normal.
    Como nos comportamos perante o crescente movimento de legalização do uso de drogas.
    Concordamos, somos indiferentes ou engajamo-nos em movimentos pacíficos e organizados na direção contrária.
    Ter filhos é uma verdadeira missão.
    Poucos de nós, ao decidir abraçar a tarefa, deixamos de lado hábitos errados ou abandonamos o egoísmo de nossos prazeres.
    Qualquer atitude nossa é percebida pela criança desde os primeiros anos de vida, quando a personalidade do indivíduo se forma e quando as más tendências podem ser corrigidas.
    Os filhos tendem a agir como seus pais.
    Se esperarmos que nossos filhos fôssemos indivíduos corretos, dignos e respeitadores das leis, sem vícios morais ou físicos devemos primar por ser exatamente assim.
    Reflitamos, portanto se abraçamos ou desejamos abraçar a tarefa de educar um filho, será que há nada a mudar, para melhor, em nossas atitudes.
    ¨ Reconhecemos o padecimento daqueles que se debatem na dependência emocional e física e nos estados degenerativos, causados pela utilização dos tóxicos, sem conseguirem a libertação do vício que lhes proporciona fugas dolorosas da realidade da vida.


    UMA AMIGA HOJE E DE OUTROHORA
    CRISTINA

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