sexta-feira, 20 de abril de 2012

DEM : “Um partido que agoniza” ou "Uma Fênix ressurgindo das cinzas???

Sem perspectivas de poder e com pouca expressão, o DEM, que já foi a segunda força política do País, caminha para a extinção. Reportagem por Pedro Marcondes de Moura da ISTOÉ
Pelos tapetes do Congresso Nacional é possível acompanhar a derrocada do Democratas, antigo PFL. Ali, ex-caciques da legenda, como Antônio Carlos Magalhães e Marco Maciel, transitaram, desde o governo Sarney até o final da gestão de Fernando Henrique, pelos corredores com a imponência de quem comanda ou tem acesso irrestrito ao poder. Hoje, o desligamento do senador Demóstenes Torres, uma das principais vozes da oposição, que acabou pego em interceptações da Polícia Federal em diálogos suspeitos com o contraventor Carlinhos Cachoeira, é suficiente para, nos bastidores da Câmara Federal e do Senado, fazer ressurgir os comentários de que uma fusão com o PSDB ou PMDB é tudo o que pode sobrar ao Democratas. Tamanha mudança se explica pela perda de capital político. Se em 2002 a sigla elegeu 84 deputados federais – a segunda maior bancada –, agora possui menos de um terço desse número de parlamentares.
Segundo o presidente do DEM, José Agripino Maia, a legenda tem “grandes possibilidades” para o pleito deste ano. Os prognósticos, porém, revelam o contrário. Abatido em mais um escândalo e sem perspectivas de poder, o DEM agoniza em praça pública.

Informações do Montanhas em ação

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