sábado, 7 de abril de 2012

O PODER DE ROSALBA JÁ NÃO PRENDE ALIADOS.



O pior problema político enfrentado nas últimas semanas pela governadora Rosalba Ciarlini ainda não chegou com letras próprias às manchetes dos jornais. Os repórteres e analistas políticos ainda não mostraram ao povo o que de pior poderia e está acontecendo à chefe do executivo estadual e a seu esposo e principal conselheiro, o agropecuarista e ex-deputado Carlos Augusto Rosado: o poder que o governo do Estado confere ao casal perdeu subitamente a força de atração que exerceu desde a eleição dela em outubro de 2010.
Numa unidade federativa em que nas últimas décadas os líderes políticos embarcaram na canoa do fisiologismo, de repente três fatos negativos para o governo de Rosalba sintomatizam este abandono pelos aliados.
Líderes de partidos aliados a Rosalba começam a evitar a queimação do nome de aliados e liderados num governo que não proporciona a realização de aspirações políticas e mais empresta desgastes. Esta é a pior situação a que um governante pode chegar.
Salientando que não é comum políticos que dão tudo por fatias do poder abrirem assim mão do que lhes chega às mãos, a gente termina desembarcando no refrão do saudoso Ataulfo: "laranja madura, na beira da estrada, ‘tá bichada, Zé, ou tem maribondo no pé".
Roberto Guedes

Fonte: Eliel Bezerra (adaptado)

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